Porta-Lapsos
   
 
   



BRASIL, Sudeste, ITARARE, Planeta Cerveja, Centro Velho de Mim Mesmo, Homem, de 46 a 55 anos, Portuguese, Spanish, Arte e cultura, Livros, Sobreviver, Escrever, Resistir
 

  Histórico

Categorias
Todas as mensagens
 Link

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros sites
 Campo de Trigo Com Corvos
 Blogue Artistas de Itararé, Cidade Poema
 Outras Obras de Silas Correa Leite
 Entrevista Com Silas Correa Leite
 Veja Microconto e Poesia Pro Tomzé
 manifesto.aos.excluidos
 Jornal de Poesia, Link do Poeta Silas Correa Leite
 Poeta Silas Corrêa Leite
 Garganta da Serpente, link Silas Correa Leite
 Voe de Volta Pra Mim, Crônica Silas Correa Leite
 Outras Obras de Silas Correa Leite
 Site Releituras, Poema Para Oscar Niemeyer
 Muitos Mais Poemas Silas Correa Leite
 Texto Site Rio Total, Obra de Silas Correa Leite
 Poemas do Silas Correa Leite
 Coisas de Poeta (Silas Correa Leite)
 Silas no gazzag, Veja o link do Poeta
 SOMOS TODOS CULPADOS?
 Poema Para Tomzé Declamado Por Antonio Abujamra
 Conto Cego, Declamado por Antonio Abujamra
 Desvairados Inutensílios - Piração Letral
 Privilégio dos Caminhos, JUlia Moura LoOpes, Portugal
 Silas Correa Leite Em Espanhol




 

 
 

 

 

 

 

Roçado em Itararé

 

Longe de Itararé é um lugar que não existe

 

.........................................................................

 

 

 

 

 

No meu roçado na Estância Boemia de Santa Itararé das Artes, Cidade Poema

 

Fiz meus canteiros, como santuários

 

Semeei saudades, poemas, esperanças, auroras e prelúdios

 

E reguei com lágrimas entre pirilâmpadas e vestígios de ausências...

 

 

 

E plantei palavras, como poesilhas

 

Árvores de crush, de macarrão-gravatinha

 

Árvore de luar, de polenta, de leite-moça

 

Árvore de cerveja preta, e, claro,

 

árvores de sabiás de peito amarelo...

 

 

 

Minha Mãe Eugênia, com sua bela voz de clarinete

 

Ninava as árvores, as palavras, os sonhos, os noturnos esplendentes

 

E punha as estrelas cintilosas e as joaninhas para dormir

 

Entre os pijamas de asas de andorinhas da noite, e os “cruquerês” – lagartas de couve-manteiga

 

Entre pétalas de sereno e um vento desenhado de acordeom de meu finado pai Maestro Antenor...

 

 

 

Um dia voltarei velhinho e vencedor e aposentado

 

Para terra-mãe, Itararé; e para o meu quintal, o meu reino encantado

 

E lá verei uma árvore-mãe esbelta, frondosa e crescida

 

Dando doces memórias de amor, de luta, de vitória, de vida...

 

 

 

Nesse dia, talvez, já pronto para ir embora para uma “Itararezinha Celeste”, já pronto para finar, ir de bubuia, morrer

 

Eu mesmo árvore de alguma maneira, entre rosas rubras, calipiás e delicados lírios

 

Direi que “Escrevi um filho, plantei um livro, gerei uma árvore”

 

-Árvore da Vida, de ‘mins’; entre estados viajosos, numinosos e supremos círios

 

E poemas. Como num tear silencial entre bulbos reversos em desvairados inutensilios!

 

-0-

 

Silas Correa Leite – Ciber Poeta de Itararé em Samparaguai

 

Poema da Série “Eram os Extraterrestres Itarareenses?”

 

Site: WWW.itarare.com.br/silas.htm

 

Blog: WWW.portas-lapsos.zip.net

 

OU: WWW.artistasdeitarare.blogspot.com/

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Silas Corrêa Leite às 15:08
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

www.portas-lapsos.zip.net



Escrito por Silas Corrêa Leite às 21:14
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

www.itarare.com.br/silas.htm



Escrito por Silas Corrêa Leite às 14:11
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

 

 

“Pirilâmpadas”: O Novo Livro de Poesia Infantojuvenil de Silas Correa Leite

 

A Editora Pragmatha, de Sandra Veroneze, de Porto Alegre-RS, acaba de mandar para o prelo, o novo livro do Poeta e Ficcionista premiado, Silas Correa Leite, de Itararé-SP. Trata-se da obra PIRILÂMPADAS, Poesia Infantojuvenil, livro de 80 páginas em que é arrolado uma seleção dos melhores trabalhos infantis e juvenis do autor, publicado ao longo de sua vida, de mais de 60 anos, de todas as suas vertentes criativas. Silas Correa Leite, já autor de outros vários livros, ganhador de prêmios de renome, até no exterior, constando em mais de 800 links de sites, até internacionais, constando ainda em mais de cem antologias literárias de renome, desta feita monta uma obra voltada para o público infanto-juvenil. O escritor esteve dia 7 de abril no estúdio da NGT para gravação do Programa Temperando o Papo com a apresentadora Hariane Fonseca e o Chef Marcos, falando de seus outros livros, inclusive do recém-lançado GOTO, Romance, A Lenda do Reino do Barqueiro Noturno do Rio Itararé, e agora uma nova obra referenda a brilhante carreira do autor. Cult News – Maria das Graças L. Aranha E-mail: la-goeldi@bol.com.br



Escrito por Silas Corrêa Leite às 14:10
[] [envie esta mensagem
] []


 

 



Escrito por Silas Corrêa Leite às 14:10
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

Pequena Breve Introdução Para o Rascunho de um Quase Possível Ensaio

De Coxinha Daslu a Esquerdinha Caviar ou Direita-Tubaina

 

Quem se mete a besta de dar opiniões desde cedo, precoce ou não, se mete a besta de escrever e palpitar, corre riscos, passa situações difíceis, vivencia barras pesadas. De origem humilde, fui engraxate, boia-fria, vendedor de dolé de groselha preta, e já garçom de bar, com dezesseis anos, só com o curso primário (parei de estudar para trabalhar e ajudar em casa), escrevia para o jornal O Guarani de minha terra-mãe, Itararé, SP, e já tinha sido aprovado em concurso de rádio para locutor, e também em show de pratas da casa cantava e fazia imitações de ídolos da Jovem Guarda, cabelo na testa, botinha sem meia, calça calhambeque, era uma brasa, mora?

Como já disse, por ser de origem pobre, mãe descendente de índios guaranis com negros de Angola, e pai descendente de cristãos-novos oriundos da Ilha da Madeira em Portugal, o pessoal ficava só sacando o jovem atiçado, e começaram os impropérios maroteiros e chulos, claro. Metido. Quer aparecer. Filho de negra, crente e faxineira. Pobre. Onde já se viu aquilo, de se a meter a escrever para jornais? E assim se seguiram as, ponhamos, criticas, na verdade ilações e alusões discriminatórias, constrangedoras, tratamento degradante e, porque não dizer, bullying, já naqueles tempos? Eu me salvava pelo que escrevia, deve ser, não pelo jovem que eu era, mas que sonhava utopias amava os Beatles e Tonico e Tinoco.

Prossegui escrevendo, por quase quarenta e quatro anos – hoje sou colunista correspondente do jornal em SP – e as rotulações bobas prosseguindo aqui e ali, principalmente de uma banda podre. Bêbado, maconheiro, bicha, pobre, filho de preto, e eu lendo mais, estudando sempre, escrevendo feito um louco. Já em SP, como na canção de Belchior, um rapaz latino-americano, sem dinheiro no bolso, sem parentes importantes, e vindo do interior. Morar em pensão, passar fome, dormir na rua, sempre escrevendo, inclusive para outros jornais da cidade. Fiz a letra de um hino para Itararé, que virou oficial. Voltei a estudar, comecei a participar de concursos de renome (até na USP) que tive a bendita sorte de ganhar. Apesar de ficha nos porões dos podres poderes da ditadura militar incompetente e corrupta, me formei, até que Itararé fez cem anos, e entre uma lista de dez ilustres Itarareenses, fui o primeiro escolhido para expor na mostra Imagens e Palavras, no centenário da cidade histórica. Alguém até disse que, demorou muito para o reconhecimento, já que santo de casa não faz milagres...

Em Itararé reconhecido, concederam uma rua da cidade com nome de meu finado pai Maestro Antenor Correa Leite, e ganhei prêmios no Mapa Cultural Paulista, Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, representando Itararé. Lancei um ebook que, primeiro livro interativo da rede mundial de computadores, de vanguarda, inédito e único no gênero, me concederam a oportunidade de ter os chamados cinco minutos de fama na grande mídia, inclusive televisiva, sempre promovendo Itararé, louvando-a em verso e prosa. Ganhava o mundão da web também. E na web, aqui e ali, os xingos, reclamos, ameaças de processos, intimidações, por criticar governos corruptos. Por dia me excluem uns dez, e eu também excluo ou denuncio uns dez por dia. Democracia também é isso. E tomando processos, que tive a sorte de ganhar e ser, aos 60 anos, ainda primário. Mas, desde jovem, escrevendo para jornais, criticando o sistema, a sociedade, os chamados podres poderes, riquezas injustas, lucros impunes, principalmente de uma corrupta e incompetente ditadura militar.

Nas redes sociais você é intimado, constrangido, ameaçado, seleciona e salva uma baboseira de baixo calão, ou mesmo exclui o sujeito virtual, quando não fake, principalmente quando baixa o nível, fala palavrões, range a rede e segue a lida. Ganhando prêmios, lançando livros, dando entrevistas, fazendo palestras pagas, caindo em vestibular, constando no YouTube, participando de congressos, eventos literoculturais, reportagens, entrevistas sobre sua obra, seu trabalho diferenciado, seus prêmios, constando em antologias literárias até no exterior, postando sua obra em verso e prosa, mais criticas, resenhas e ensaios em mais de oitocentos sites, até internacionais, em todas as redes sociais com twitterpoemas, microcontos, pensagens (pensamentos mensagens), pensadilhos (pensamentos trocadilhos), bolando coisas novas, ideias novas, pareceres que, polêmicos ou não, dando o que falar, criando jecas inimigos de ocasião, entre reaças a coxinhas, por assim dizer, ou tipos que antes eram pomposos omissos quando o Brasil era quebrado e, coniventes ou não, aceitaram numa boa, até terem um blog ou site e acharem que por isso são donos da verdade absoluta, são artistas, críticos, e que por estarem na net o cérebro vem junto com um kit de inteligência, política, educação, cultura, historia, economia.

Vários livros, dois novos trabalhos para sair, quando, com quase cinco mil amigos no Facebook, por um criticozinho de ocasião – antes fazia parte do sistema e quebrou a cara, ou também quis levar vantagem e se ferrou de canudinho? – fui levianamente tachado por um novo Coxinha Daslu, de Esquerdinha Caviar. Já pensou? Ri do sujeitinho medíocre. Já passei por essas e outras. Achei graça. Aposentado de um dos vários trampos sobrevivenciais, vencedor com as mãos limpas, prêmios, cursos, e ouvir um disparate bocó desses de um incompetente, mal amado e frustrado foi a glória, quero dizer, foi o fechamento de ciclo historial, para não dizer, a própria consagração ético-cidadã e humana, de quem mudou seu mundo, mudou seu meio, critica sem ter o rabo preso com ninguém, nem ser filiado a partido algum ou fazer parte do sistema, principalmente em São Paulo, o estado máfia, dos news ricos das privatizaoes-roubos, as privatarias, de um cínico estado mínimo neoliberal entregue às moscas, sem projeto para a educação, para a saúde, para o transporte publico, mais as praças de pedágios-quadrilhas, corrupção deslavadas, impunidades institucionalizadas em todos os níveis, máfias e quadrilhas blindadas, protegidas por uma justiça chapa branca e uma mídia amoral, tendenciosa e parcial, também ligada a agiotas do capital estrangeiro – o capitalhordismo americanalhado – que sucatearam e ferraram o estado nas privatizações ainda impunes, mais o trensalão tucano, máfias dos fiscais, etc. Já pensou?

Daí você observa e analisa minha foto, pesquisa minha vida, confirma meu currículo aqui abreviado e reduzido, e cisma de pensar: Esquerdinha Caviar? Toma Poeta. Quero dizer, bem feito, quem mandou – de novo? – se meter a besta de defender inclusões sociais humanitárias, não ter feito parte de quadrilhas, e ainda se arvorar de criticar os podres poderes, até porque, Confúcio disse que as mudanças começam no micro espaço, no clã, no meio, no lar, no quarteirão, no município, na região. Falar mal do governo federal quando os municípios, estados e regiões, estão muito bem, representados em Brasília? Não somos uma sociedade de santos, queremos políticos santos? Então, baseando-nos em números, dados, fatos, vemos o povo pensar no antes e no agora, e fazer então assim, a sua avaliação, comparando. Um coxinha aí comenta: os que recebem bolsas família não deveriam votar. A mesma bolsa família copiada por países potências e que deram pontos ao Brasil, e elogios no exterior, por inclusão social de milhões. Respondo: então teríamos que impedir de votar também os que acreditam na plim plim, sofrem o open-doping da mídia corrupta, tendenciosa, parcial, de subcretinos a sem cérebros. Mas não falam nas bolsas que governos anteriores deram para Bancos, tipo o PROER, criticam os rolezinhos de pobres, negros, favelados, periferia sociedade  anônima, e não criticam os rolês que promoveram, dando, a apreço de banana, a Vale do Rio Doce para inescrupulosos, só para citar um fato de crime organizado impune que a justiça suspeitamente tolera, a mídia nãovê e os ignorantes políticos, criticozinhos de ocasião, nem se lembram de lembrar. E depois o errado sou eu. E os manezinhos Caviar da extrema-direita, os, curto e grosso, Coxinhas-Daslu? Pois é.

Amigos riram. Colegas que sabem minha vida me cutucaram, outros curtiram minhas respostas, defesas, mas zoaram, um Mané me rotulando, já pensou qu8e coió? O sujeito que me tachou alopradamente de Esquerdinha Caviar, ainda achou um desenho de uma placa com os dizeres em vermelho, já pensou, pesquisar um design para achincalhar quando poderia mostrar-se mais inteligente, estudar mais, se inteirar, mas daí seria um vencedor; mas era um perdedor, mal sabendo, um direitinha-tubaina. Direita Tubaina? Pois é. Mexam com quem está cético.

Por essas e outras, trabalhando em vários lugares, pensando em novos cursos, corrigindo novos livros, lançamentos para serem agendados, duas entrevistas para serem confirmadas, participações em novas palestras e noites de autógrafos em feiras de livro, o pobre esquerdinha caviar aqui, vai levar seu sanduba de mortadela, seu remédio para o coração, mais suas ideias, sonhos de um humanismo de resultados depois do chamado fim das utopias, querendo que o Brasil continue de sexta potência à quinta, crescendo, apesar dos coxinhas, os discriminadores, apesar dos que torcem contra o Brasil, dos que feito papagaios de pirata dizem que o país está em crise, dos que dizem que não vai ter copa, mas continuando lesando o fisco, continuam praticando crimes como falências fraudulentas, ou ainda crimes de calunia, difamação, entre achismos, feito arautos do arbítrio, corvos do regime de exceção, tipo assim, Coxinhas-Jaburus. Já pensou? Pensar pode.

E com licença que, agora que lanchei depressinha uma coxinha, vou de um trampo para outro. Viva a democracia e a liberdade. O Esquerdinha Caviar – que chique, hein? - vai ralando e aprendendo, sempre... apanhando e crescendo, como nunca na vida, estudando e sabendo para arguir com conhecimento de causas e efeitos, vai lendo e se reciclando, a luta continua, vai escrevendo e correndo riscos...

-0-

Silas Correa Leite

Anarquista Teórico, Socialista Técnico e Humanista de Resultados

Autor de GOTO, A Lenda do Reino do Barqueiro Noturno do Rio Itararé, Editora Clube de Autores a venda no site: WWW.clubedeautores.com.br

Autor de Pirilâmpadas, literatura infantojuvenil, Editora Pragmatha, no prelo

Texto da Série O BRASIL QUE RECONHECE O BRASIL, VIVENCIAS & CRÍTICAS

Contatos: E-mail: poesilas@terra.com.br

Blog premiado do UOL: WWW.portas-lapsos.zip.net

 

 

 

 



Escrito por Silas Corrêa Leite às 12:47
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

"Poeta é osso duro de RUIR..." Silas Corrêa Leite - Silas e suas "siladas"



Escrito por Silas Corrêa Leite às 13:37
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

Correa Leite, Silas, 1952-

 

Silas Correa Leite nasceu em 1952, no bairro de Harmonia, no povoado de Monte Alegre (hoje chamado Telêmaco Borba), no colonião do Estado do Paraná. Com seis meses de idade, seus pais voltaram à cidade de origem da qual tinham migrado, Itararé, SP, cidade histórica onde o autor foi criado. Descobriu sua vocação literária muito precoce ainda, no curso primário que fez na cidade, descoberto e incentivado pela professora que o alfabetizou, no Grupo Escolar Tomé Teixeira, Mestra Jocelina Stachoviach de Oliveira. Escrevia em cadernos de alunos, nos álbuns das várias irmãs, e recitava poemas datados em festas na escola, como Dia da Bandeira, Dia do índio, Dia da Arvore, Dia da Pátria. Guri pobre, era “Da Caixa”, e quando perguntavam o que as crianças queriam ser quando crescessem, ele dizia que queria ser Poeta. Esse tempo ficou gravado em sua memória prodigiosa, e iria marcar para sempre o seu destino de obstinado batalhador e por isso mesmo estudioso, leitor voraz e vencedor. Com dezesseis anos, mesmo trabalhando de garçom, no Bar do Calixtrato, depois de ter sido engraxate, boia-fria, vendedor de dolé de groselha preta e aprendiz de marceneiro, já tinha sido aprovado num concurso para locutor na Rádio Clube de Itararé, escrevia com pseudônimos croniquetas para o Jornal O Guarani da cidade, e nos shows pratas da casa, imitava ídolos da Jovem Guarda.

Migrou Para São Paulo, capital, em 1970. Morou em pensões, passou fome, voltou a estudar, se formou, sempre colaborando com jornais de Itararé. Autor de diversos livros, ganhador de prêmios literários em verso e prosa de renome, consta em mais de cem antologias literárias inclusive no exterior, colabora em mais de 800 links de sites, inclusive na América espanhola, em Portugal, na África e teve seu elogiado Estatuto de Poeta, traduzido para o espanhol, inglês, francês e russo.

Professor, livre pensador humanista, conselheiro diplomado em Direitos Humanos, jornalista comunitário, é blogueiro premiado do  UOL: WWW.portas-lapsos.zip.net

E-mail para contatos: poesilas@terra.com.br

 



Escrito por Silas Corrêa Leite às 11:56
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

“G Ê N E S I S”

Gênesis, Capítulo UM (Fragmento)

Acharam um antigo manuscrito rascunhado em “ídiche” numa milenar caverna secreta pertinho do Mar Morto. Eis o que diz o papiro:

“No principio era o caos pangalaxial, enquanto D.US criou a sensibilidade e o acervo de repertório experimental dela. E disse D.us, de muito bom humor altíssimo, querendo brincar de se divertir enquanto criava: Haja Arte! E loguinho em seguida, em um átimo de milésimo de segundo pós-bigbang, um multissom maxiespacial estrondou a música divinal dos ares na orquestra infinital de D.us, e os píncaros da glória logo entintaram de variadas cores um altíssimo e belo horizonte da cor inaugural de lírio-laranja, fundando a primeira aurora eternal então revelada em portentosa grandeza angelical. E D.us, então, cismando, tocado, pensou em sua alumbrada voz-meditação de trombone-contrabaixo: Poesia Pura!”

“E foi Música e Poesia a manhã inteirinha do Dia UM. Nos outros cinco dias, claro, D.us, de alto astral, retumbante criou versos, estrofes, tudo com muito ritmo, harmonia, metáfora; e tons e timbres e metais, além de seus maviosos murmuros em plangentes arpejos divinais.”

“Mas, antes disso, claro, como dois e dois são circo, D.us, de lua, disse: Haja Dois! E houve o bendito dois abençoado, com um eco brincante do infinito de presto respondendo com humor ao ‘haja dois’: Feijão com arroz! Pronto. A inaugural rima suave e doce tinha se anunciada. Depois D.us disse: Haja Três. E a Terra depressinha, sem seca e casca grossa trovejou-se num dinossaurico eco pedrês, ecoando a magnitude da santidade em número, gênero e grau.”

“Haja Quatro”, disse o bom D.us, repetindo de supetão, todo serelepe: Haja Quatro! E o dia anterior deu um salto de vira-cambota e o sol esplendeu quireras douradas com um brilhoso sorriso de lagarto. Haja Cinco, disse D.us incontinente, gostando de jogar iô-iô  com o pique-esconde das estrelas bailarinas. E houve o tal Dia Cinco. Cinco que era um número que não rimava fácil, nem havia poesia moderna ou versos brancos ainda, porque naquele tempo ainda não havia sido inventado a calça rancheira com vinco ou barraco com teto de zinco.”

“Depois, D.us, de tromba com uma chuva de meteoritos rebeldes sem causa, revoltados, disse: Haja Seis! E um baita eco abissal repetiu o verbo à exaustão, soando a magna plenitude criacional divina. Mal acabou de ecoar o rebento do número, o Haja Seis, e um coral de anjos se fez. E eram seis os coroinhas alados com fogos nos pés vermelhos. E viu D.us que Seis era um bom número porque também rimava com ‘gato xadrez’, com ‘era uma vez’, com ‘rósea tez’, e porque também era a soma de três quadrados. D.us era sabido que só crendo pra ver. D.us era bom em número, palavras e artes.”

“E visto que Ele sabiamente planejava descansar no que poderia ser o verbo do dia seguinte, o sétimo dia da criação, e que numa colocação de tempo da palavra-verbo não rimava, o Sétimo; que era número místico, disse Deus, em alto e bom tom, se preparando para pular fora, viajar na batatinha da terra, viajar no shoio existencial da natureza-mãe, viajar na maionese de pores do sol, dar no pira: -Haja Sete! Mas, por incrível que pareça, um anjo brincalhão cor de banana que calçava sandálias de raízes de árvores que ainda não existiam, muito criança de tudo, sapeca, cheio de poesia, música, tintas e peças de lego para armar arapucas de caçar pássaro-flor, sorrindo muito e enternurado, delicadamente apinchou na sagrada coroa dourada de D.us um cacho de confetes coloridos de zil matizes, rimando então, naquela conjunção do próprio número no presente do subjuntivo. Foi um forfé só, uma mixórdia, o mosaico dantesco do instante-luz”

“E daí, claro, a ARTE propriamente dita nunca foi a mesma. Desde a era das cavernas, a arte nunca mais parou de atiçar e surpreender, desde a descoberta da roda redonda, do fogo finalmente mantido aceso, e do vidro afinal transparente, a arte-criação nunca mais parou quieta, não parou de crescer e de se multiplicar, na barulhosa contenteza da criação humana em surto-circuito querendo brincar de d.us, arte numinosa e ninhal, catarse e espiritual, como é até os dias de hoje em que a arte é a respiração da alma, levitação e vazão de sofrências como a solidão do espaço que atrai o homem, minúsculo grão de átomo em rastro de estrelas.”

“E D.us, que esperava descansar no sabat do sétimo dia de criação, no auge inaugural de seu esplendor eterno em primeiros céus e primeiras terras-oficinas, na verdade nunca mais descansou, no meio do banzé sonoro todo que se generalizou para muito além de para sempre, da fúria do ar ao murmuro de baixios chãos e marés, passando por partituras de tempestades e de ventos, pássaros e nuvens, humanos e não humanos, vulcões e tornados, chuvas de estrelas e plantações - em canteiros de dobras espaciais - de novos céus e novas terras...”

“Deus, ensimesmado, sacou de ir tirar umas férias de soneca e respiro espiritual no Hawaí, onde lá deu de conhecer os ancestrais primatas em evolução da espécie e dos descaminhos dela, pelo livre arbítrio, e inclusive e possivelmente deve de ter conhecido e sacado logo os primevos ancestrais de Barack Obama, e então, claro, cismou muito preocupado e de tromba, que a coisa ia ficar preta e que possivelmente no devir um dia ainda iria ter que matar touro de ouro a unha”.  

“Entre músicas e letras, rimas e arranjos, corais e ensaios, estúdios e silos, solos de silêncios e alpargatas de humildade, D.us ficou sozinho  como é da própria natureza a solidão infinital de D.us, a pensar sobre o que havia criado e se tudo era bom ou não, e o que seria o futuro das espécies, e pensou se no futural não poderia ainda um dia qualquer de cinzas chorar lágrimas de luz sobre a sina daquilo tudo. Será o impossível? Matutou...”

“E D.us, então, finalmente dormiu o sono dos justos, depois da semana que fora a mais bela de sua florida jornada arquitetural edificadora, assim na terra como no céu, sabendo, muito sabido como era, no entanto, que, um dia é da cássia e outro dia é do beija-flor, entendendo ainda com seus botões de átomos díspares que da dor nasceria o blues e o jazz, da ‘dorpoesia’ nasceria a iluminação das almas em erranças, e que essa mesma poética firmaria o código decodificado de acessibilidade, portabilidade e humanista da sensibilidade de sua imagem e semelhança por tempos e tempos clarificada, muito além do vale da sombra da morte, muito além do campo de lavanda dos sonhos, muito além até de seu glorioso ser, de ser, estar e permanecer de si e em si mesmo, porque, afinal, no principio era a Arte, e todos haveriam de comer e beber dela; e dela se irradiariam, pois na Casa do Pai há muitas tomadas, muitas geladas, muitos chips, muitas iluminuras para que se pudesse amar as pessoas como se não houvesse Wifi.”

-0-

Silas Correa Leite – WWW.portas-lapsos.zip.net

E-mail: poesilas@terra.com.br

 

 

 

 

 



Escrito por Silas Corrêa Leite às 15:31
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

Solidariedade a RIVERSUL

Penitenciárias na Região de Itararé

 

Assim como vários municípios da região de Itararé tiveram políticos  do PSDB rejeitados nas urnas, inclusive Itapeva e Itararé, assim como outros corruptos de diversos partidos - mas a maioria do PSDB - foram sentenciados, condenados pela justiça no estado de SP todo, e a PF ainda caça outros, assim como alguns corruptos morreram impunes porque se continuassem vivos estariam presos, ainda assim, Ribeirão Vermelho do Sul que virou Riversul, agora vai ter duas penitenciárias impostas pelo governo do PSDB à carente cidade e região.

Itararé mesmo, cidade histórica, que vivenciou revoluções e permanece ainda chão de estrelas, terra de artistas, bonita pela própria natureza – a história do Brasil passa por Itararé -  com uma história que toda cidade paulista gostaria de ter, aqui tiveram a pachorra de erguer um nefasto Pedágio dividindo o município ao meio, por incrível que pareça. Poderia ser no Parque Ecológico da Gruta das Andorinhas Bentas, área de divisa com o Paraná, no entanto, criaram um pedágio bem no meio do município, coisa irracional, com isso impedindo que cidadãos contribuintes pudessem ir ao mais rico recanto da cidade, o Balneário do Rio Verde e Rio da Vaca, tendo que pagar a vergonhosa tarifa  de pedágio para estar no próprio município, em área de lazer, uma verdadeira desonra, uma vergonha.

Região sul paulista abandonada pelo governo do PSDB, que, incompetente e blindado por grande parte da chamada mídia tendenciosa e parcial, está por quase duas décadas no poder; o governo do estado sem projeto para segurança, educação, saúde, reforma agrária, o estado tendo virado por essas e outras (incompetência e impunidade) na verdade uma verdadeira Cracolandia a céu aberto, um verdadeiro Pinheirinho a céu aberto, um verdadeiro Carandiru a céu aberto, e ainda a Região de Itararé, sudoeste do Estado, sendo apenada com duas penitenciarias em Riversul. Falta de respeito. Uma vergonha para a região. Como é que Avaré e Itaí aceitaram isso?

Itararé, Itapeva, Itaberá, Itaporanga, Riversul, cidades irmãs, no historial da região como um todo, que é uma das mais pobres no estado de São Paulo, há tempos abandonada pelo governo do PSDB – que saudades de Carvalho Pinto e Franco Montoro! -  agora, para ferrar ainda mais, duas penitenciárias em Riversul. Se fosse para enquadrar os corruptos do Trensalão Tucano, das Privatizações Tucanas (Livro denuncia de Amaury Jr), ainda pelo menos saberíamos que a justiça de SP deixou de ser chapa branca, deixou de ser tendenciosa e parcial, mas, para envergonhar o município e a região, é um total desrespeito aos cidadãos contribuintes dessas cidades que estão revoltados.

Nossa solidariedade ao querido município de Riversul.

Poeta Silas Correa Leite

Membro da UBE-União Brasileira de Escritores

E-mail: poesilas@terra.,com.br

Blog premiado do UOL
WWW.portas-lapsos.zip.net

 

 

 



Escrito por Silas Corrêa Leite às 11:10
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

www.artistasdeitarare.blogspot.com/



Escrito por Silas Corrêa Leite às 12:56
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

Poemas de Carnaval de Silas Correa Leite

 

Quebra-Queixo

Poema in Memoriam do Seu Antoninho Pipoqueiro do Tomé Teixeira

 

-Tem quebra-queixo, Seu Antoninho?

-Um tostão, guri.

Eu comprava e saía mascando dali

Depois da aula, voltando pra casa  na Rua Frei Caneca

À frente iam as filhas do Vereador Osvaldo Raposo

Que moravam na descidinha rente

E eu com o puxa-puxa entredentes

Sonhava em um dia me casar

Com uma delas...

 

-Tem geleia de groselha, Seu Antoninho?

--Um tostão, piá.

Eu saía vermelhando a boca de lá

Fazendo beiço mole com a gostosa guloseima

Depois da aula do primário no Grupo Escolar Tomé Teixeira.

 

Hoje eu passo em frente à escola

Seu Antoninho Pipoqueiro já não está lá

Nem as lindas filhas do Vereador Osvaldo Raposo

Nem quebra-queixo, pipoca, geleia ou bolinho de piruá

Só saudades é o que há...

 

Mas nessas doces memórias eu me encanto e me deixo

Meu reino da infância, meu tesouro; e o quebra-queixo

A escola Tomé Teixeira ainda permanece palácio altivo lá

E eu no puxa-puxa da história, boas lembranças pra cá

Nessa Itararé que eu amo tanto... onde canta a sabiá...

-0-

 

Poema das Filhas do Gianisela

 

Ai que saudades que eu tenho

Das lindas filhas do Gianisela!

Ele bem vendia o espumoso leite

Mas elas eram o deleite de meus sonhadores olhares com remela

 

Ele entregava o produto na leiteira

Elas sondavam o freguês na janela

Eu fitava aquela belezura brejeira

Cada polaca era chique de mais bela

 

Cresci, fui-me embora, virei homem feito

O Gianisela morreu, fecharam a leiteria

Deixei o amor platônico morrer no peito

Nem acabei direito no reino da fantasia...

 

Mas também lembro da leiteria dele no mercado

Nenhuma filha polaca bonita dele me dava trela

Hoje sou poeta já grande e sonhador desmamado

Mas a lembrar as belas filhas polacas do Gianisela

Eu, feito um Correa LEITE, Longa Vida, com sequela?

-0-

 

CARNAVAL DA SAUDADE

 

Lá vem o Turíbio Fiúza

Fantasiado para o forfé

Com seu pandeiro cheio de fitas coloridas

Com as batidas do samba no pé...

 

Lá vai o Turíbio Fiúza

No Carnaval do Clube Fronteira, um tropé

Turíbio vestindo fantasia de Mestre de Samba

sabe o ser boêmio e folião que é...

 

Vai, vai, Rei do Carnaval Turíbio Fiúza na dança

Mais o Kai Nágua, o Marquinho Carvão e o Zunir

A noite em Itararé alumbrada ainda é uma criança

A lua feito um sorriso de miss mal acabou de sair...

 

Morreu o querido Carnavalesco Mestre Turíbio Fiúza

Foi-se embora o querido boêmio Marquinho Carvão

A morte muito além de Itararé fantasiada de musa

Quer um Carnaval da Saudade noutra constelação

-0-

Silas Correa Leite, Carnaval, 2014 - E-mail: pooesilas@terra.com.br

Santa Itararé das Artes, Cidade Poema

BLOG: WWW.artistasdeitarare.blogspto.com

Poemas da Série Eram os Itarareenses Extraterrestres?

 

 

 

 



Escrito por Silas Corrêa Leite às 12:55
[] [envie esta mensagem
] []


 

 



Escrito por Silas Corrêa Leite às 12:54
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

Poema Social

CENOTE

 

O importante não é o que fizeram de você

Mas o que você faz do que fizeram com Você

Jean-Paul  Sartre

............................................................................

Durante a escuridão da incompetente e corrupta ditadura

Desenvolvi a terrível intuição apuradíssima de estar sendo seguido

Passei fome, fiquei desempregado, perdi bolsa na faculdade, dormi na rua

E esse sexto sentido animal afiado como instinto de sobrevivência

Fez-me ver melhor, sentir antes, captar o indizível – e destilar

A sensibilidade ferida na poesia como vazão de livramento...

 

Hoje minha poesia também tem o estranho e inevitável sentido de estar de alguma maneira sendo seguida

Não apenas weblustral como no Twitter, no Facebook ou no Orkut

Mas por amigos e companheiros que acreditam na utopia e na arte como libertação.

Parece que levito quando escrevo

E a poesia, surto circuito

É incorporada de sentimentos, pássaros que não existem, horizontes extrassensoriais e propriedades humanas

Que procuram saídas de emergência muito além de mim ou do que afinal me restei sendo...

 

Na cela escura do porão de uma ditadura que era o decrépito regime de exceção

Apurei todos os sentidos entre seis paredes que eram meus limites sobrevivenciais

Eu cantava mentalmente para não enlouquecer; fazia cinema mental

E escrevia pirâmides íntimas na alma para deixar algum rastro cósmico de mim

E poder me enxergar na escuridão dantesca que era daqueles tempos tenebrosos...

 

Hoje eu talvez seja por mim mesmo uma poesia-escuridão

Clarificando almas humanas dentre dos gargalos de perguntamentos historiais

As celas se romperam, as algemas são no espírito; mas ainda ficaram as sequelas entre células de tristeza, solidão – e impunidade

E ainda resistindo nas barricadas da vida, escrevendo eu me livro de mim que no criar clarificando a arte emana

Nesse cenote em que mergulho para procurar

E tentar

Achar...

Algum possível resto de ouro na escuridão da alma da raça humana.

-0-

Silas Correa Leite – Santa Itararé das Artes, Cidade Poema – A História Que Toda Cidade Gostaria de Ter

Poema da Série “Memórias das Trevas”

Blog: WWW.portas-lapsos.zip.net

E-mail: poesilas@terra.com.br

 

 



Escrito por Silas Corrêa Leite às 12:47
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

Kit Básico de Primeiros Socorros Para os Seres Sensíveis


(Use em situações existenciais de emergência)


1* Poesia: Para tornar mais doce o sonho enfavado de maravilhosas buscas, tornar mais esperançosa a caminhada e mais suave a respiração da alma;
2* Música: Para lembrar que tudo é música, como o equilíbrio entre a natureza e os frutos dela que são os seres humanos, na sinfonia existencial de primeira grandeza;

3* Filme: Para nos ajudar a permanecer antenados com cabeças e corações, almas perfumadas, já que a arte é uma libertação, e uma asa  só se completa em outra e então permite na união e soma a técnica de voo;
4* Livro: Para registrar que vida é assento de nós mesmos, raízes e estrelas, origens e ninhais; palco iluminado em páginas abertas de viver e vencer;
5* Campo: Para depositar nossa alma na tez chã de tantas andanças, pois o cordão umbilical pode retesar mas nunca se romperá do nosso ponto de partida, e há uma estrela e um arado a compor a nossa caminhadura evolutiva, cósmica:

6* Praia: Para nos tocarmos que não importa o que aconteça, a vida continua em marés altas e baixas, sal e ilhas, experimentações e viagens, portos e linhas do horizonte muito além do azul do céu que se permeia em tantas vertentes;
7* Viagem: Porque temos que chegar e partir, há tempo de semear e tempo de visitar o trigal amarelo, há barcos e adeuses, somos peregrinos pela própria natureza, nunca termina o nosso caminhar, existir é uma viagem como se nós mesmos fôssemos os ourives de nossa evolutiva sequência aditivada numa futural empreita de luz;
8* Carinho: Que é o que pode curar e até mesmo manter abertas portas e janelas, pois a chave é a nossa mão erguendo o muro ou o castelo, já que o livre arbítrio é que dá a comanda de nosso sucesso no verbo viver;
9*Chuvas: Devemos nos salvar com as lágrimas, até com as chuvas nos sonhos, toda água é energia e Deus respira em cada átomo da água que veio de antes para o eterno, e precisamos como partes do Planeta Água, com a nossa massa corporal sendo água, amar a água como se a nós mesmos.
10*Amor: Porque amor é tudo o que move, somos feitos e a partir dele mandamos mensagens de amor para o futuro, e o melhor gesto de amor é a mão estendida, o abraço demorado, o ombro amigo, luz em conexão com  a luz.

Poeta Silas Correa Leite – E-mail: poesilas@terra.com.br




Escrito por Silas Corrêa Leite às 11:52
[] [envie esta mensagem
] []


 

 
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]